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Zona Eleitoral do Exterior realiza lacração de urnas de lona para as Eleições 2026
A Zona Eleitoral do Exterior realizou, no dia 13 de julho, a lacração de 1.268 urnas de lona que poderão ser utilizadas nas Eleições Gerais de 2026 no Exterior.
A Zona Eleitoral do Exterior realizou, no dia 13 de julho, a lacração de 1.268 urnas de lona que poderão ser utilizadas nas Eleições Gerais de 2026 no Exterior. Do total, 28 urnas serão destinadas aos postos que realizarão eleições exclusivamente pelo sistema manual, enquanto as demais serão encaminhadas aos postos eleitorais que utilizarão urnas eletrônicas e contarão com os equipamentos como contingência.
A cerimônia contou com a presença do juiz titular da Zona Eleitoral do Exterior, Roque Fabrício Antonio de Oliveira Viel, do assessor-chefe da Assessoria Eleitoral do Exterior, Ricardo Noronha, do chefe do Cartório da Zona Eleitoral do Exterior, José Eduardo, e dos representantes do Ministério das Relações Exteriores, conselheiro Bruno Pereira Albuquerque de Abreu e conselheiro Renato José Stancato de Souza.
A medida integra o planejamento da Justiça Eleitoral para garantir a realização do pleito em todas as seções eleitorais fora do país, com segurança e previsibilidade. Após a lacração, as urnas de lona ficam à disposição do Ministério das Relações Exteriores - MRE, responsável por definir a logística de entrega dos equipamentos aos postos eleitorais no exterior.
Urnas de lona
De acordo com a Resolução de Atos Gerais do Processo Eleitoral, as seções eleitorais no exterior com 30 a 99 eleitoras e eleitores aptos funcionam exclusivamente pelo sistema manual, com o uso de urnas de lona. Já as seções com mais de 100 eleitoras e eleitores aptos utilizam urnas eletrônicas, mantendo urnas de lona como equipamento de contingência.
A lacração e o envio antecipado das urnas de lona integram as medidas de mitigação de riscos adotadas pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE no planejamento das eleições. No exterior, essa estratégia é especialmente importante devido aos desafios logísticos envolvidos no transporte dos equipamentos para diferentes países.
As urnas de lona poderão ser utilizadas como primeira ou segunda contingência em situações como falhas nas urnas eletrônicas, atrasos na entrega dos equipamentos ou eventuais restrições logísticas provocadas por cenários internacionais, como conflitos geopolíticos e limitações no transporte aéreo.